quinta-feira, 23 de junho de 2011

A conquista do pódio

Por Thiago Pereira

Todas as empresas atualmente sofrem diversos desafios. A escolha de um líder, os resultados, o alcance das metas, o trabalho em equipe, a excelência nos produtos e serviço enfim são diversos os desafios que os empresários sofrem. Independente do tamanho da empresa a satisfação de clientes e funcionários e indispensável. Nosso mercado é muito competitivo e com isso as empresas que mais se destacam são as que melhor resultados conseguem.


O palestrante Clovis Tavares se utiliza de diversos disfarces para apresentar suas palestras pelo Brasil. Em sua passagem por Tubarão (SC), ele se apresentou como consultor internacional da Ferrari. Essa é uma das estratégias que Clovis utiliza para ter um grande número de visitantes em suas palestras, onde o foco de sua apresentação são liderança, excelência, estratégia e gestão de vendas.

Toda a palestra acontece com foco direcionado para a valorização no trabalho, a posição de um líder bem como o posicionamento de um vendedor. Clovis só revela a farsa no final da palestra, mas isso não desvaloriza sua apresentação que é bem envolvente. Participantes interagem com o palestrante e ele faz mágicas e apresentações que envolvem a plateia. A palestra tem 90 minutos de duração.


A conquista do pódio deve sempre ser ocupada pelo vencedor e Clovis afirma que todos nós podemos ocupar. Para ele o grande vencedor é aquele que sabe mudar as estratégias, assume compromissos com a equipe, comemora cada pequena conquista e construí sua própria estrada.

De certa forma Clovis tem razão são realmente esses pequenos detalhes que fazem com que uma pessoa consiga chegar ao pódio. Nossa sociedade realmente sofre com problemas relacionados a atendimento, em diversos momentos somos pegos de surpresa por um atendente despreparado, isso é normal, acontece tanto nas grandes quanto nas pequenas lojas. Mas isso não é uma questão somente das pessoas, mas também da parte empresarial. A questão de treinamento, capacitação e aprimoramento das equipes não são bem vistas por muitos gestores, eles sempre pensam em despesas e gastos que terão com esses treinamentos. Isso é uma pena, pois o mercado está cada vez mais competitivo e aquele que saber realmente a necessidade de seu cliente e tiver a satisfação dele garantida se manterá mais tempo no mercado, ou terá melhores resultados.


Palestras como essa são sempre bem vindas. Muitas vezes a solução de nossos problemas esta bem ali, na frente de nossos olhos, e na maioria das vezes não enxergamos. E essas palestras nos motivam para a busca de resultados e de nossa satisfação como pessoa e profissional. As vezes estamos travados por problemas em nosso trabalho e ficamos parados sem tentar buscar a solução e é como Clóvis diz, temos que construir nossa própria estrada, buscar nós mesmos uma saída.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Alunos apresentam seus primeiros projetos de monografia


Por Thiago Pereira

Escolher o tema de uma monografia não é nada fácil para os acadêmicos. Logo após a escolha do tema são meses lendo, investigando e trabalhando no foco em que se quer chegar. Tudo isso é árduo, mas necessário, faz parte do processo acadêmico.
Nos dias 13, 14 e 15 de junho no auditório do Cettal na Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) campus de Tubarão, aconteceram as apresentações das pré monografias dos acadêmicos do curso de Comunicação Social.

Os alunos apresentaram a banca seus temas de estudo, os métodos de pesquisa, introduções ao trabalho e puderam receber da banca as mais variadas sugestões, sempre referenciadas a melhoria dos trabalhos que serão concluídos no semestre que vem. Diversas críticas foram expostas aos acadêmicos como referências muito antigas, buscar respaldo nas afirmações, e principalmente cuidado com as opiniões, onde tudo dever ser devidamente referenciado.

Os futuros jornalistas e publicitários ousaram nas apresentações, diversos foram os temas escolhidos pelos alunos. Capas de revistas, canais de vendas, posicionamento da mídia, posicionamento de marcas no mercado, história de cidades da região, embalagens de produtos, comunicação não verbal...

A banca indicou que os alunos foram felizes em suas escolhas, e muito corajosos, pois escolheram temas difíceis de ser analisados. Mesmo sendo um primeiro passo das pesquisas a banca indicou que eles conseguiram elaborar um bom trabalho. A grande maioria dos trabalhos foram aprovados, com pequenas orientações de pesquisa e foco. Outros trabalhos foram orientados a serem mais específicos, necessitando de maior aprofundamento e os professores sentiram que os alunos estavam ainda indecisos com relação ao tema.

Enfim as apresentações das monografias dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), foram para os alunos mais um passo na vida acadêmica. Dentro dos próximos meses os alunos terão muitas pesquisas pela frente, e precisaram de muito esforço para conseguirem seus objetivos além de focar nas propostas da pesquisa.

Veja
. Saiba qual a diferença entre Monografia e TCC

terça-feira, 21 de junho de 2011

Acadêmicos de comunicação apresentam grandes empreendedores


Por Thiago Pereira

O Projeto Integrado do Curso de Comunicação Social da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), tem como foco integrar as disciplinas e os acadêmicos. Nesse primeiro semestre de 2011, o tema escolhido foi empreendedorismo. Todas as atividades produzidas pelos acadêmicos tinham que ter o foco em ações ou pessoas empreendedoras.

As duas Habilitações de Comunicação Social, tanto Publicidade e Propaganda quanto Jornalismo, prepararam as salas para a exposição de suas atividades. Diversas foram as ideias. A temática empreendedorismo é tão abrangente que até a carta de Pero Vaz de Caminha foi escolhida por alunos como um grandioso ato de empreendedorismo.

Os acadêmicos de publicidade trouxeram formas de apresentações ousadas, em uma delas os convidados assistiam o material audiovisual deitados em um pufe. Em uma das exposições, Assis Chateaubriand foi lembrado, ele foi apresentado como um empreendedor ousado, que trouxe a televisão para o Brasil. Chateaubriand foi um dos homens públicos mais influentes do Brasil nas décadas de 1940 e 1960.

O quinto semestre de jornalismo também expôs suas atividades. Foi criado um mini cinema para a apresentação dos perfis de empreendedores de sucesso. As sessões tinham duração de pouco mais de quinze minutos. Pipocas e refrigerantes foram servidos aos visitantes.

Ainda na sala do quinto semestre, uma banca de jornais foi montada para a divulgação do jornal laboratório Extra. Além da divulgação do Extra produzido pelos próprios alunos, foi divulgado jornais em que alunos do curso trabalham, como o jornal O Popular Catarinense, O regional Sul e o Cidade Notícias.

Porém, segundo a acadêmica Morgana Salvador, o número de visitantes foi baixo. “Achei que tivemos poucos visitantes, eu ouvi falar que no curso de Nutrição são três dias de Projeto Integrado e é apresentado no auditório, acho que assim seria mais interessante, afinal todos teriam a oportunidades de ver, pois eu não pude visitar as outras salas”, destaca.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Loja Nelson faz história em Tubarão

Por Thiago Pereira

A antiga sapataria Tonon, localizada na entrada da ponte Dilney Chaves Cabral teve seu fim em 1960. Nelson Tonon decidiu fechar a sapataria após a morte de seu pai.

Matérias relacionadas
. Nelson Tonon: “A persistência é o símbolo da vitória”
. É melhor perder uma venda, do que enganar um cliente”

Recém casado, Nelson deu seu primeiro passo como empreendedor, abriu uma loja de sapatos na Rua São Manoel, hoje o calçadão da cidade. Nelson na época foi chamado de “louco” por ter feito essa mudança, já que na época a Rua São Manuel não tinha um fluxo muito intenso de pessoas. O comércio ficava concentrado entre as ruas Marechal Deodoro e Lauro Muller.

Logo, a então longínqua Loja Nelson, ficou cercada por tantos outros estabelecimentos. A expansão comercial na cidade se tornava cada dia mais perceptível. Então a pacata Rua São Miguel se tornou o calçadão de Tubarão.

Nelson Tonon acompanhou de perto o crescimento da loja. Os clientes e funcionários afirmam que, a Loja Nelson, tem em sua marca o carisma e a dedicação de Tonon.

Nelson Tonon sempre fez questão de cobrar de suas funcionárias bom atendimento e dedicação. Valdete Vieria não considera o empresário como seu patrão, para ela, o empresário é um amigo, é uma pessoa que está sempre preocupada com o tratamento de seus clientes. Ela relata umas das frases de seu Nelson que jamais esqueceu: “É melhor perder uma venda do que enganar o cliente, assim ele sairá daqui sabendo que somos honestos”.

A Loja Nelson sempre foi referência na cidade. Giovana Rodrigues tem grandes lembranças da época que frequentava a loja ainda na infância . “Eu lembro que minha mãe me levava na loja desde criança, e seu Nelson sempre conversava com ela, perguntava sobre meu pai. Uma coisa que me recordo bem é que, quando as funcionárias estavam mostrando os sapatos ele sempre vinha e pedia para mostrarem outros. Ele queria que o cliente saísse satisfeito”, narra Giovana.

“Satisfação é a certeza de um bom atendimento. Esse é um dos maiores compromissos da Loja Nelson", garante Isaac Tonon filho do empresário.

Atualmente Issac administra a loja da família. Apesar do pai não estar mais à frente dos negócios, o carisma e a presteza por um bom atendimento são passados por Isaac para as funcionárias, afinal essa é uma das marcas que a Loja Nelson tem na cidade de Tubarão.

Assista ao Perfil de Nelson Tonon

quinta-feira, 17 de março de 2011

Empreendedorismo na web

O projeto integrado desafiará os alunos a criarem projetos e ideias onde quem sabe, possam colocar em prática.

Neste primeiro semestre de 2011 o projeto integrado traz como tema o empreendedorismo. A sustentabilidade foi um dos principais fatores que levaram a escolha deste tema.

O professor Khaled Salama afirma que é importante a ligação dos alunos com o tema empreendedorismo. Na disciplina jornalismo na web o professor irá propor aos alunos que criem projetos de sites jornalísticos onde além dos alunos fazerem o projeto eles colocarão no site suas próprias matérias.

Esse semestre será um período diferente teremos a apresentação pública de monografia e os alunos de jornalismo na web irão preparar para a disciplina uma matéria sobre o acontecimento, “quero que os alunos apreendam a implantar jornalismo on line na prática”, conclui o professor.

Apesar do tema e da tarefa do projeto integrado já terem sido definidos na disciplina jornalismo na web, a forma de apresentação dos projetos ainda não foi definida pelo professor.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Ferramentas digitais ajudam na difusão do preconceito


Thiago Pereira

Muitas ferramentas digitais são espaços para exposição de preconceitos na Internet. Algumas profissões que são excluídas pela sociedade ganham na rede ambiente para serem criticadas das mais variadas formas.

A profissão de pedreiro é mais uma das atividades trabalhistas que sofre preconceito pela sociedade, sendo taxada como aquela profissão por opção, ou seja: “se não sabes fazer nada, seja pedreiro”. Essa é uma das frases encontradas para esse estudo que aparece com bastante frequência.

Todos nós sabemos da importância da Internet na vida das pessoas. Hoje a grande rede é instrumento de trabalho de muitos. Com o advento dessa nova tecnologia, qualquer um tem liberdade de postar suas opiniões, principalmente nas chamadas redes sociais. São nesses locais que a liberdade abre espaço, também, ao preconceito.

Lá nesse espaço as pessoas trocam acusações e postam opiniões. No nosso estudo, que é baseado em casos de preconceitos ou profissões não muito aceitas pela sociedade, as redes sociais ou as novas tecnologias da web são matéria-prima principal, haja vista que nesses espaços chamados de livres toda e qualquer pessoa expõe sua opinião, e os casos de preconceitos saem do âmbito social físico e acabam indo para o digital.

Temos analisado casos de preconceito em várias profissões e muitos instalados nas redes sociais. Mas não são só as redes sociais que apresentam preconceitos. Como citei, outras tecnologias ou ferramentas da Internet também são utilizadas por pessoas para exporem seus preconceitos com diversas coisas, inclusive com profissões, como, por exemplo, o que encontramos neste blog (1): “Pedreiro é a profissão que, infelizmente, mais cresce atualmente no Brasil. Nas cidades grandes, como se não bastasse a poluição ambiental, seus moradores têm que aguentar a poluição sonora. Finalmente encontramos alguém pior que pedreiros são: Os ajudantes de pedreiro”.

Além dessa passagem, a imagem acima também se encontra no blog, onde claramente podemos chegar à conclusão de que, no Brasil, os pedreiros são pessoas analfabetas, talvez essa conclusão venha a ser formalizada em nossas mentes devido à posição que a sociedade sempre colocou que o Brasil tem um presidente analfabeto, é claro devido à montagem feita pelo blog, colocando a face do presidente Lula sob a imagem de um pedreiro.

Infelizmente, nossa sociedade é preconceituosa. O texto e a imagem extraídos mostram que a profissão de pedreiro é uma profissão que sofre preconceito por parte de alguns membros ou classes da sociedade. Além do texto que insinua claramente preconceito, a imagem nitidamente, vem ainda mais caracterizar preconceito, ligando a imagem do presidente Lula aos pedreiros, chamando-os de “analfabetos”. A linguagem escrita critica o crescimento da profissão no Brasil, ligando a profissão ao barulho instalado nas grandes cidades, além de lamentarem o crescimento da profissão.

É comum nas profissões de caráter autônomo as pessoas serem discriminadas pela sociedade. Claro que esse repúdio da sociedade por esses profissionais é difícil de ser explicado, mas isso é preocupante, pois essa atitude já vem desde criança. É comum ouvirmos das crianças o que elas querem ser quando crescer e dificilmente elas dizem que querem ser faxineiras, porteiros, coveiros, pedreiros...

O mais impressionante que observamos em casos como esses é que essas profissões, em sua maioria, são profissões importantíssimas para o funcionamento da sociedade, eles são fundamentais em nossas vidas, é por isso que digo que é difícil explicar porque tanto preconceito por parte da nossa sociedade.

Nas redes sociais, onde a liberdade em liberação de conteúdos por parte dos usuários é imensa, é cada vez mais comum observarmos casos de preconceitos, e a profissão de pedreiro também aparece com casos de preconceitos no Orkut. Encontramos uma comunidade chamada de “Estuda Pra q? Vou se Pedreiro!” (2). O espaço é extremamente preconceituoso, pois claramente mostra o desrespeito com os pedreiros os chamando de analfabetos. Além desse aspecto, podemos perceber que eles tratam os pedreiros como vadios, utilizando o “Seu Madruga”, um personagem do seriado Chaves, que nada mais é do que um sacana. No espaço, encontramos a seguinte frase: “Se sem voce Precisa Estuda voce pode fatura Milhõões na Vida Facil e bem Sucedida de Pedreiro!”. Eles comparam a profissão de pedreiro como de vida fácil, e bem sucedida ao mesmo tempo em que os chamam de analfabetos, insinuando que não é necessário estudar para ser pedreiro.

Podemos concluir que existe sim preconceito pela sociedade em determinadas profissões ou funções, e o mais importante é que estas profissões são profissões extremamente importantes para a sociedade, mas mesmo assim nós nos distanciamos delas com ar de preconceito.

(1) http://mariaelais.blogspot.com/2010/06/reportagem-pedreiros.html (Data de acesso: 24/09/10).
(2) http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=13981052 (Data de acesso: 09/10/10).

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Faxineiras ainda sofrem preconceitos

O preconceito é um problema que a sociedade precisa resolver. A cada dia novos casos de exclusão aparecem nos diversos meios de comunicação.
Nas profissões é cada vez mais comum encontrarmos casos de preconceito. E o que assusta é que são profissões de extrema importância para o convívio em sociedade. Limpeza, organização e cuidados no ambiente de convívio são essenciais tanto em lugares públicos quanto privados. São atividades exercidas por profissionais desvalorizados pela sociedade.

A profissão de faxineira é uma das que mais sofrem com a exclusão, não só da sociedade mas também por parte de seus companheiros de trabalho, principalmente aqueles que estão em cargos mais elevados.
Jucilda dos Santos da Silveira, 43 anos, trabalha como faxineira a mais de dez anos e sente prazer de exercer essa profissão. Moradora da cidade de Garopaba/SC, atualmente trabalha em uma empresa do ramo de materiais para construção, onde diariamente organiza o ambiente de trabalho de diversas pessoas.

Para Jucilda o ego de profissionais que estão em cargos elevados é um dos principais pontos de preconceito. “As pessoas que tiveram uma opção diferente de vida, são as que mais nos desvalorizam. Pelos menos comigo é isso que acontece”, destaca.
Ela conta que percebe a diferença de tratamento que as pessoas tem com ela no cotidiano. “Algumas me dão bom dia, outras já não, muitas nem olham para mim. Uma pessoa me disse que preferem morrer de fome do que trabalhar como faxineira”, enfatiza Jucilda.

Nas profissões como pedreiros, faxineiras, garis, entre os profissionais geralmente tem baixa escolaridade. Segundo ela as pessoas mais humildes é quem ocupam esses cargos e por isso são vítimas de preconceito. Jucilda acredita que mesmo com toda a evolução da sociedade, principalmente no Brasil, dificilmente acabaremos com essa situação de preconceito.

Acompanhe a reportagem.